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''Não há mortes dignas, apenas vidas memoráveis.'' Gauguin Delacroix.

a Mentalist,

' Stephen Casttle
Às vezes eu sou uma imagem refletida, noutras o próprio espelho. Me perco entre paradoxos de convicção e incredulidade. Um ludibriador de platéias anônimas, apenas.
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quinta-feira, dezembro 18, 2008

Pensando sozinho sobre a solidão omitida em particularidades interiormentes solitárias.

Todas as pessoas solitárias, à qual lugar elas pertencem? Bom, se existe um reino para abrigar todos aqueles que se classificam ou assim o são como solitários, eu diria que se chama interioridade. De certa forma, nós - alone people - optamos pela solidão. Por motivos discrepantes, seja como subterfúgio de uma realidade catastrófica - derivado do caos, confusão mental que reflete o lado mais sombrio do que imaginamos -, ou exclusão social por superlativação do próprio prestígio ou de seu oposto, a insignificância. Eu não sou nenhum cônscio magistrado no assunto, então vou usar o meu caso para tentar fazê-lo compreender o seu hipoteticamente. Não sou daqueles que travam uma busca incessante por meios de permanecer sozinho, e nem hipócrita de dizer que gosto dessa condição. Mas devo admitir que realizo meu trabalho muito melhor quando estou assim, e de estranha maneira me adaptei excepcionalmente bem a isso. Não digo que eu não trocaria um pouco de felicidade coletiva por minha reclusão profissionalmente proveitosa. Sou ciente que trocaria - e o faço -, ao contrário de muitos de vocês, pessoas sozinhas, eu prezo por boas companhias, desfruto de boas amizades, e anseio por bons momentos de felicidade. Mas no meio de uma atividade ou outra, volto ao meu refúgio de idéias, no qual considero-me completamente recluso. É a partir disso que julgo a solidão como mera opção daquele que a sofre. Eu poderia considerar-me o oposto ainda que tivesse apenas um bom amigo, mas não o faço. Por quê? Escolhi usar uma idéia de verdadeira companhia que jamais poderá ser recompensada em vida: não estarei sozinho quando estiver na constante presença vital de uma pessoa que já está morta. Foi uma escolha minha e de mais ninguém, e de uma forma ou de outra, não quero mudá-la, por mais que muitas vezes pense que simplesmente não consigo. Agora, olhe para si mesmo, por que está tão sozinho? Provavelmente falta alguém - na maioria dos casos - ou alguma coisa que não mais tem, ou que inclusive ainda não teve, coisa cuja escolha para preencher sua vida solitária foi exclusivamente sua - conscientemente ou não. Acho que é tudo uma farsa bem pregada pela mente de quem se utiliza. O que aconteceria se você possuísse este diferencial - no meu caso a pessoa - de volta? Você deixaria de ser sozinho? Ou somente de estar sozinho? Quem sabe mudaria o papel principal de sua solidão. É, não passam de nossas escolhas. Então se você - mesmo que minimamente - se considera menos feliz sendo assim, é hora de começar a mudar - e sim, sou daqueles que acreditam em mudanças. Por que não fazer de algo possível e desejável o protagonista de sua causa? Por que não modificar o enredo de sua obra? É só desejar ser feliz sozinho ou acompanhado - contanto que deseje esse teor abstrato. Resumindo, fazer de sua condição de vida uma constante da felicidade. Querendo ou não, é o que todos desejam: meios de ser feliz - negar seria ingenuidade. Mas é só uma idéia. Veja eu, continuo afogado dia sim, dia não, em um mar de solidão. Mas não sou infeliz por isso, não, não me considero assim. Por outro lado, sou incompleto. Como se parte de mim estivesse acorrentada àquilo. Ao limite de estar sozinho interiormente. E sendo incompleto, não posso ser completamente feliz, mas tratamos disso outra hora. Fugir no ato ainda é a ilusão mais apreciada do antigo século. Você se importa mesmo com o novo? Oh, pare de olhar para todas as pessoas solitárias, e olhe um pouco para si próprio - garanto que será interessante. Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 13:27 0 comentários  

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