sábado, dezembro 27, 2008
Postado por ' Stephen Casttle às 16:55 0 comentários
, christmas
quarta-feira, dezembro 24, 2008
Recordo-me do primeiro natal de minha vida. Estava eu, uma típica criança hiper-ativa de cinco anos, aventurando-me na sala de estar. Acho que tinha uns dez amigos do papai presente, e não sei qual impulso fora aquele, mas senti uma vontade incontrolável de tocar a estrela de vidro que reinava no topo da árvore natalina. Era um daqueles pinheiros bem frondosos que se compra nas ruas, esse particularmente deve ter custado uma fortuna. Era lindo. Bom, a distância, a altura, eram fatores que nem de longe me impediriam. Logo eu, que nunca encontrei um limite específico. Quando dei por mim, alguns minutos depois, estava estatelado sobre o carpete, sentindo uma dor descomunal nas costas, mas incrivelmente feliz. Eu tinha a bendita estrela entre os dedos. Depois de ser levado ao médico, e de ter parcialmente estragado o natal da família, compreendi o significado daquilo tudo. Natal era uma festa, onde pessoas se reuniam, comiam juntas, trocavam presentes, e depois iam dormir. E isso queria dizer que não importa o quão ruim tenha sido o ano, quantas brigas tenham acontecido, em fim todos têm que continuar juntos. Acho que é uma limitação. Mas uma das positivas. É uma espécie de norma para que jamais esqueçam que famílias devem permanecer unidas. Pode até ser instintivo, ou mesmo um préstimo ao menino Jesus, mas por vezes acho que não funciona. Não que o natal não funcione, mas que seu real sentido, creio eu... é esquecido quase sempre. Crianças são como pequenos urubus, só querem saber dos presentes. Os bons presentes. Os adultos... querem saber de muitas coisas, menos de Jesus. Eu, por exemplo, deixei minha pequena família aos doze anos, mas não culpo o natal. Não culpo ninguém. O erro está nas pessoas, não nos eventos afinal. Se eu fosse definir essa época? Bom... Natal é uma festa de aniversário surpresa para um aniversariante que nunca vem. Por William Scott.Postado por ' Stephen Casttle às 22:38 0 comentários
Daqui poucas horas será dia 25, e como de costume eu não me sinto nenhum pouco feliz por isso. Não sei dizer, mas de uns anos pra cá essa data em especial se tornou um dia triste, ao contrário do sinônimo de alegria que antes representava para mim. As pessoas vão crescendo e deixam de se importar com pequenos detalhes, ignoram as boas lembranças e abrem espaço para que as ruins sobressaiam na memória. Eu gostaria de ser como Peter Pan, eternamente jovem, sem todas aquelas típicas preocupações de adultos. Sem a hipocrisia sórdida e a injustiça desse mundo chamado real. Gostaria de mergulhar em fantasias e me afogar nelas. Sempre pensei não pertencer a esse lugar. Desde muito cedo pedia em preces para que ''Deus'', o ser supremo, me levasse. Não aguentava a Terra, e estranhamente me sentia preso nela. Como se faltasse-me o ar para respirar. Com o passar dos anos aprendi a valorizar algumas coisas, como o amor verdadeiro, a bondade, e todas essas características inspiradoras, para então dar-me conta de que valeria a pena continuar existindo. Mas hoje, bem, hoje eu não tenho mais certeza de nada. Só queria um bom motivo para continuar aqui. Um caminho. Uma luz. Uma pequena orientação. Incentivo. É tudo o que eu peço. Feliz Natal para todos. Por Player.
Postado por ' Stephen Casttle às 17:24 0 comentários
´efêmero
terça-feira, dezembro 23, 2008
- efêmero - do Grego ephémeros; adjetivo - que dura um só dia; que dura pouco; passageiro; transitório.''You and me, we used to be together, everyday together, always. I really feel that I'm losing my best friend.'' Eu julgava o mundo um lugar efêmero. O breve despertar de uma vida, o incômodo
Postado por ' Stephen Casttle às 00:04 0 comentários
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Às vezes penso que não sou tão
Postado por ' Stephen Casttle às 01:17 0 comentários
quinta-feira, dezembro 18, 2008
Todas as pessoas solitárias, à qual lugar elas pertencem? Bom, se existe um reino para abrigar todos aqueles que se classificam ou assim o são como solitários, eu diria que se chama
Postado por ' Stephen Casttle às 13:27 0 comentários
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Bom, agora que já lhes contei sobre nomes, acho que seria indecoroso de minha parte não me apresentar. No suceder de minha lacônica vida obtive três chamamentos. Cada qual com sua devida importância. Meus amigos gostam do Stephen. Minhas amantes do William. Já meus fãs, bom, eles ficam com o Tristan. Eu poderia contar-lhes detalhes de cada um deles. Uma breve ponderação sobre seus significados e personalidades. Mas seria um gasto de tempo inapropriado. São histórias muito longas, vezes enfadonhas, e estou com uma momentânea dor de cabeça que me impede de continuar. Mas, preciso dizer-lhes uma coisa importante. Stephen Casttle é o mais constante, e talvez o mais influente. Adotem-no se quiserem. É o meu eu ilusionista, mentalista, artista, exibicionista, apelativo, e desprovido de objetividade. Uma mistura heterogênea de pensamentos e pessoalidades. Fuga de mim mesmo. Quanto a isso uma única reflexão. ''Certo dia eu percebi que estava morto. Embora sangue corresse por minhas veias, energia alguma fluía em minha alma. Eu havia perdido tudo. Exceto uma promessa. De um novo nome, um novo ser, uma nova vida. Como uma fênix, tirando a parte das cinzas.'' Por William Scott.
Postado por ' Stephen Casttle às 23:56 0 comentários
- Breve reflexão desnecessária sobre nomes.Eu acredito em duas coisas quanto ao nome. Um: ele pode mudar uma pessoa. Dois: ele não define o que uma pessoa pode ser. Mas, voltemos a um prelúdio onde o inopinado é a síntese da expectação com o fato realizado. ‘‘Se algo pode mudá-lo, poderá também defini-lo’’, não é bem essa a reflexão que quero passar. Digo que um nome pode torná-lo mais idôneo a alcançar delimitadas coisas, ou menos capaz de atrair determinados indivíduos, porém, esse mesmo nome não surtirá efeito imprescindível ao mudar quem você acredita ser. Eu, por exemplo, sei como é a experiência de assumir diferentes nomenclaturas, e sei a influência que isso pode causar. Afinal, um simples substantivo próprio não é apenas uma palavra qualquer, é em poucas letras aquilo que verbalmente você representa ao mundo. E de certa forma, não apenas para o exterior. Adotar um novo chamamento pode mudar uma vida, mudou a minha, mais de uma vez. Resumidamente, acho que a palavra, assim como o pensamento em si, tem poder, e que um nome pode tornar de você aquilo o que desejar, se a mesma expectativa for depositada nele. Quero com isso comunicar que a diferença das causas está nos mínimos detalhes, e que se você pretende trabalhar com mudanças, comece com o nome, ele quer dizer mais de um indivíduo do que muitos se importariam em saber. Por William Scott.
Postado por ' Stephen Casttle às 23:19 0 comentários
