Bom, agora que já lhes contei sobre nomes, acho que seria indecoroso de minha parte não me apresentar. No suceder de minha lacônica vida obtive três chamamentos. Cada qual com sua devida importância. Meus amigos gostam do Stephen. Minhas amantes do William. Já meus fãs, bom, eles ficam com o Tristan. Eu poderia contar-lhes detalhes de cada um deles. Uma breve ponderação sobre seus significados e personalidades. Mas seria um gasto de tempo inapropriado. São histórias muito longas, vezes enfadonhas, e estou com uma momentânea dor de cabeça que me impede de continuar. Mas, preciso dizer-lhes uma coisa importante. Stephen Casttle é o mais constante, e talvez o mais influente. Adotem-no se quiserem. É o meu eu ilusionista, mentalista, artista, exibicionista, apelativo, e desprovido de objetividade. Uma mistura heterogênea de pensamentos e pessoalidades. Fuga de mim mesmo. Quanto a isso uma única reflexão. ''Certo dia eu percebi que estava morto. Embora sangue corresse por minhas veias, energia alguma fluía em minha alma. Eu havia perdido tudo. Exceto uma promessa. De um novo nome, um novo ser, uma nova vida. Como uma fênix, tirando a parte das cinzas.'' Por William Scott.
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Postado por ' Stephen Casttle às 23:56 0 comentários
- Breve reflexão desnecessária sobre nomes.Eu acredito em duas coisas quanto ao nome. Um: ele pode mudar uma pessoa. Dois: ele não define o que uma pessoa pode ser. Mas, voltemos a um prelúdio onde o inopinado é a síntese da expectação com o fato realizado. ‘‘Se algo pode mudá-lo, poderá também defini-lo’’, não é bem essa a reflexão que quero passar. Digo que um nome pode torná-lo mais idôneo a alcançar delimitadas coisas, ou menos capaz de atrair determinados indivíduos, porém, esse mesmo nome não surtirá efeito imprescindível ao mudar quem você acredita ser. Eu, por exemplo, sei como é a experiência de assumir diferentes nomenclaturas, e sei a influência que isso pode causar. Afinal, um simples substantivo próprio não é apenas uma palavra qualquer, é em poucas letras aquilo que verbalmente você representa ao mundo. E de certa forma, não apenas para o exterior. Adotar um novo chamamento pode mudar uma vida, mudou a minha, mais de uma vez. Resumidamente, acho que a palavra, assim como o pensamento em si, tem poder, e que um nome pode tornar de você aquilo o que desejar, se a mesma expectativa for depositada nele. Quero com isso comunicar que a diferença das causas está nos mínimos detalhes, e que se você pretende trabalhar com mudanças, comece com o nome, ele quer dizer mais de um indivíduo do que muitos se importariam em saber. Por William Scott.
Postado por ' Stephen Casttle às 23:19 0 comentários
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