skip to main | skip to sidebar
~
''Não há mortes dignas, apenas vidas memoráveis.'' Gauguin Delacroix.

a Mentalist,

' Stephen Casttle
Às vezes eu sou uma imagem refletida, noutras o próprio espelho. Me perco entre paradoxos de convicção e incredulidade. Um ludibriador de platéias anônimas, apenas.
Ver meu perfil completo

or Untheory.

  • ► 2009 (1)
    • ► fevereiro (1)
      • 02/03 (1)
  • ▼ 2008 (8)
    • ▼ dezembro (8)
      • 12/27 (1)
      • 12/24 (2)
      • 12/23 (1)
      • 12/19 (1)
      • 12/18 (1)
      • 12/17 (2)
Buffets
Contador de visitas grátis
The Prestige.

sábado, dezembro 27, 2008

Quem sou eu?

Desafortunadamente não tenho como responder à minha própria indagação. Sou uma pessoa de muitas faces, mas presumido por ter um só espírito. Quando nasci me nomearam William Ulrich Scott, talvez isso diga alguma coisa quanto às assinaturas. Aos doze, treze anos, precisei de um nome artístico, algo que me redefinisse. Optei então por Stephen, que lembrava Stephenie - o codinome de Elise. Casttle foi uma invenção minha. Mescla do sobrenome, da palavra, e das demasiadas significações; as eras medievais, que me eram tão fascinantes na época de criança. Anos mais tarde precisaria de um nome novo, algo que me tornasse um artista musical. Stan Bass soou interessante, formava-se aí o terceiro de mim. Tristan Bass, vocalista de uma banda de rock. Agora, perguntem-me: como um ilusionista se torna rock star? A vida dá muitas voltas, e se você não acompanhá-las fica para trás. Nunca fui do tipo de pessoa que ficaria para trás. Logo, me adaptei. Eu sabia cantar, tocava alguns instrumentos, e não queria mais o circo. Ao menos por algum tempo. Precisava de novos ares, novas pessoas, experiências. Precisava deixar Elise no passado, e ainda que de contra vontade, precisava deixar Elyssa seguir com a vida dela. Ela não era e nunca viria a ser a minha Elise. Era simplesmente Elyssa. Muito mais do que qualquer Elise, ouso dizer. Não desmereço nenhuma, mas enfim compreendo que são seres diferentes. Cada qual com sua importância. As mulheres da minha vida. Minha melhor amiga, e minha melhor amante. Espero que Elyssa jamais leia essas coisas, sei que ela não gostaria... Mas não consigo apagar de mim... Não consigo... Bom, voltando à introdução. Tudo começou quando meu pai decidiu que eu seria sapateiro. Não é isso o que estás a pensar, digo, decidiu que eu assumiria os negócios dele quando crescesse. Uma fábrica renomada de sapatos irlandeses - os melhores. Mas alguém me perguntou se eu desejava viver dentro de um escritório? Previsivelmente que não. Revoltei-me de imediato, tinha dez anos e sabia perfeitamente o que não queria. Quando meu tio, Gauguin Delacroix (o cara mais incrível que já conheci) me convidou para ir viver com ele - em um circo! - na Califórnia, aceitei de imediato. O mais custoso foi deixar minha querida mãe, mas sob incentivo dela, parti aos doze anos de casa. Meu pai, muito contrariado, decidiu me esquecer. Poucos meses depois, doente, minha mãe – Amelie Delacroix – faleceu. Papai fez questão de mandar-me uma gigantesca carta, que dizia ser eu o culpado. Na época foi um choque terrível, e até hoje o sinto proliferar-se. Mas não o culpo, ele já estava velho, cansado, e sozinho. Não sabia o que estava fazendo, eu sinceramente espero. Mesmo nunca tendo gostado daquele homem, ele era meu pai. Fazer o quê? No circo aprendi uma coisa incrível: ilusionismo. A especialidade de meu tio. Não é a toa que se chama Cirque Du Kimera (circo da ilusão). Eu nasci com um dom, diz Gauguin, especial. Desde cedo tinha capacidade de realizar obras simples através da telecinésia. Movia objetos quando oscilava meu humor, era algo incontrolável, mas real. Aprendi a controlá-lo. Foi quando me tornei um mentalista. Estava formado. Eu era o melhor ilusionista dos Estados Unidos. Tinha um grande pequeno segredo: realizava ilusões com o dom da mente. Foi a melhor época de minha vida, e continua sendo. Os momentos em que vivi naquele picadeiro, comandando toda a elite de harlequin(s) e pierrot(s), nossos assistentes de palco. Agora já sabem quem eu sou? Espero que não, pois perderia toda a graça. De qualquer jeito, conto-vos, caros espectadores, o resto depois. Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 16:55 0 comentários  

        , christmas

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Recordo-me do primeiro natal de minha vida. Estava eu, uma típica criança hiper-ativa de cinco anos, aventurando-me na sala de estar. Acho que tinha uns dez amigos do papai presente, e não sei qual impulso fora aquele, mas senti uma vontade incontrolável de tocar a estrela de vidro que reinava no topo da árvore natalina. Era um daqueles pinheiros bem frondosos que se compra nas ruas, esse particularmente deve ter custado uma fortuna. Era lindo. Bom, a distância, a altura, eram fatores que nem de longe me impediriam. Logo eu, que nunca encontrei um limite específico. Quando dei por mim, alguns minutos depois, estava estatelado sobre o carpete, sentindo uma dor descomunal nas costas, mas incrivelmente feliz. Eu tinha a bendita estrela entre os dedos. Depois de ser levado ao médico, e de ter parcialmente estragado o natal da família, compreendi o significado daquilo tudo. Natal era uma festa, onde pessoas se reuniam, comiam juntas, trocavam presentes, e depois iam dormir. E isso queria dizer que não importa o quão ruim tenha sido o ano, quantas brigas tenham acontecido, em fim todos têm que continuar juntos. Acho que é uma limitação. Mas uma das positivas. É uma espécie de norma para que jamais esqueçam que famílias devem permanecer unidas. Pode até ser instintivo, ou mesmo um préstimo ao menino Jesus, mas por vezes acho que não funciona. Não que o natal não funcione, mas que seu real sentido, creio eu... é esquecido quase sempre. Crianças são como pequenos urubus, só querem saber dos presentes. Os bons presentes. Os adultos... querem saber de muitas coisas, menos de Jesus. Eu, por exemplo, deixei minha pequena família aos doze anos, mas não culpo o natal. Não culpo ninguém. O erro está nas pessoas, não nos eventos afinal. Se eu fosse definir essa época? Bom... Natal é uma festa de aniversário surpresa para um aniversariante que nunca vem. Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 22:38 0 comentários  

Véspera de Natal...

Daqui poucas horas será dia 25, e como de costume eu não me sinto nenhum pouco feliz por isso. Não sei dizer, mas de uns anos pra cá essa data em especial se tornou um dia triste, ao contrário do sinônimo de alegria que antes representava para mim. As pessoas vão crescendo e deixam de se importar com pequenos detalhes, ignoram as boas lembranças e abrem espaço para que as ruins sobressaiam na memória. Eu gostaria de ser como Peter Pan, eternamente jovem, sem todas aquelas típicas preocupações de adultos. Sem a hipocrisia sórdida e a injustiça desse mundo chamado real. Gostaria de mergulhar em fantasias e me afogar nelas. Sempre pensei não pertencer a esse lugar. Desde muito cedo pedia em preces para que ''Deus'', o ser supremo, me levasse. Não aguentava a Terra, e estranhamente me sentia preso nela. Como se faltasse-me o ar para respirar. Com o passar dos anos aprendi a valorizar algumas coisas, como o amor verdadeiro, a bondade, e todas essas características inspiradoras, para então dar-me conta de que valeria a pena continuar existindo. Mas hoje, bem, hoje eu não tenho mais certeza de nada. Só queria um bom motivo para continuar aqui. Um caminho. Uma luz. Uma pequena orientação. Incentivo. É tudo o que eu peço. Feliz Natal para todos. Por Player.

Postado por ' Stephen Casttle às 17:24 0 comentários  

´efêmero

terça-feira, dezembro 23, 2008

- efêmero - do Grego ephémeros; adjetivo - que dura um só dia; que dura pouco; passageiro; transitório.

''You and me, we used to be together, everyday together, always. I really feel that I'm losing my best friend.'' Eu julgava o mundo um lugar efêmero. O breve despertar de uma vida, o incômodo antecipar de uma ou duas mortes. Percebi um pouco tarde que as coisas aconteciam céleres em demasia. Passando através de nossos olhos sem que tenhamos o ensejo de desfrutá-las. Deixamos que detalhes sejam ignorados, para que mais tarde, ao repensarmos o que fora perdido, nos dermos conta de que não tem como reavê-los. Sejam imagens, atos, palavras, pensamentos, pessoas, todas as coisas rumam para um fim. E quando acabam - por mais que muito tenham durado -, quando têm significado, deixam marcas impressas no espírito daqueles que atingiram um dia. Pode ser saudade, arrependimento, mágoa, felicidade, mas certas coisas nunca mudam, por mais que deixem de existir. O modo de mexer no cabelo que atormentava sua prudência, o jeito único de se despedir com o mandar de um beijo pelo indicador e o dedo médio. Às vezes penso sentir o singular aroma de depois do banho, quando eu ficava aguardando ansioso pela quase inexistente chance de vê-la caindo à toalha. Eu, como deu pra perceber, me refiro a uma pessoa. Uma mulher. Talvez ainda garota. Minha eterna primeira bailarina. Tão efêmera quanto o próprio nome. Elise. Gostaria de ter tido ao menos mais dois anos ao seu lado, para então desejar por mais três. ''I can't believe this could be the end. It looks as though you're letting go, and if it's real, well I don't want to know.'' Gostaria de ter tido toda minha vida com você, para que então nunca mais pudesse perdê-la. Quando fico feliz demais uma sensação incômoda de querer compartilhar me invade, e sinto-me tão egoísta ao não poder dividi-la - a felicidade - com ela. Mas com o passar dos anos aprendi muitas coisas. Nos primeiros cinco anos foi quase impossível suportar a perda. Eu não queria aceitar. Apesar de todos os fatos eu buscava por Elise. Fosse em números, em parentes, em amigos, em amantes. Eu ardorosamente buscava por minha garota. E como o previsível, não a encontrei. Foi preciso morrer para entender que eu não tinha por que procurá-la. Ela todo o tempo esteve ao meu lado. De uma forma bem peculiar eu consegui entender, após dois anos de coma - isso é uma longa história -, que tinha que prosseguir com minha vida. Tinha que parar de procurar por Elise em todas as coisas novas, e tentar enxergar a própria novidade. Basicamente, eu tinha que caminhar com meus próprios pés, não com os dela. A vida que perdeu muitos anos atrás... Com menos de duas décadas de existência... Exatamente dez anos depois, eu a estimo com a mesma intensidade. Recordo seu rosto com a mesma difusão de cores e mínimas características. A voz. A pele suave. As idéias mais insanas. Os gemidos. O ranger de dentes. O pressionar prazeroso contra minha pele em clímax. O calor. O frio. Eu me lembro de tudo em você, Elise. E por mais que tenha aceitado sua ausência, não consigo deixar de desejá-la aqui. Eu vou esperar, mas enquanto o faço, sentirei sua falta como na forca sentiria do ar. Eu te amo. Minha maior efemeridade. ''It's all ending. I gotta stop pretending who we are...You and me. I can see us dying...are we?'' Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 00:04 0 comentários  

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Controle absoluto como fonte de insensatez.

Às vezes penso que não sou tão inteligente quanto os outros me julgam ser. Será mesmo que nobres idéias, palavras rebuscadas, memória penetrante, engenhos como a lábia, e persuasão são sinônimos de inteligência? Não seriam apenas vestígios de esperteza? Há dias em que as coisas simplesmente acontecem da melhor forma possível, quando tudo o que você planejou durante a manhã se realiza, e ao final de 24 horas pode repousar então com um sorriso satisfatório no rosto. Mas por outro lado, há dias em que tudo parece apenas dar errado. E você se sente incapaz de mudar isso, uma ausência de controle que - para pessoas como eu - chegam a destruir cada neurônio pensante de seu cérebro. Eu uso o controle mental o tempo inteiro, para todas as coisas, mas é nesse mesmo 'tempo todo' que nada está sob meu controle. Tudo foge, e quando eu penso ter conseguido um pouco de resultado positivo percebo que a alusão está outra vez presente, e que o controle que acreditei ter não passara de uma quimera. Por isso considero o ilusionismo e o mentalismo artes muito próximas. Como se uma completasse a outra. Vou dar-lhes um exemplo. Certo dia estava eu passeando de carro próximo a um posto de gasolina em Nevada, daqueles que você tem que abastecer sozinho. Estacionei o carro e adentrei uma lojinha que tinha por lá, comprei dois maços de cigarro e voltei. Eu tinha 18 anos na época, e me achava o dono do mundo. Mas parei e pensei: que tipo de ser humano controlado utiliza-se de uma droga prejudicial à saúde - nicotina - para sentir um pouco mais de relaxamento? Eu deveria ser conhecedor de outros meios para isso. Era este o famoso autocontrole? Não controlar nem o que tragava com a boca? Mas então, veio uma espécie de luz em meu pensamento. Eu estava escolhendo aquele meio ruim de me sentir relaxado, sendo assim não deixava de estar exercendo o controle. Entendem? Eu apenas exercia um controle ruim. E vou contar-lhes, ao torno de toda minha vida tenho exercido muitos controles ruins. Por isso considero-me agora mesmo burro. Burro por não usar o controle para somente coisas boas a mim mesmo. Mas, volto à confusão de me ser: o que é bom e o que é mau? Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 01:17 0 comentários  

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Pensando sozinho sobre a solidão omitida em particularidades interiormentes solitárias.

Todas as pessoas solitárias, à qual lugar elas pertencem? Bom, se existe um reino para abrigar todos aqueles que se classificam ou assim o são como solitários, eu diria que se chama interioridade. De certa forma, nós - alone people - optamos pela solidão. Por motivos discrepantes, seja como subterfúgio de uma realidade catastrófica - derivado do caos, confusão mental que reflete o lado mais sombrio do que imaginamos -, ou exclusão social por superlativação do próprio prestígio ou de seu oposto, a insignificância. Eu não sou nenhum cônscio magistrado no assunto, então vou usar o meu caso para tentar fazê-lo compreender o seu hipoteticamente. Não sou daqueles que travam uma busca incessante por meios de permanecer sozinho, e nem hipócrita de dizer que gosto dessa condição. Mas devo admitir que realizo meu trabalho muito melhor quando estou assim, e de estranha maneira me adaptei excepcionalmente bem a isso. Não digo que eu não trocaria um pouco de felicidade coletiva por minha reclusão profissionalmente proveitosa. Sou ciente que trocaria - e o faço -, ao contrário de muitos de vocês, pessoas sozinhas, eu prezo por boas companhias, desfruto de boas amizades, e anseio por bons momentos de felicidade. Mas no meio de uma atividade ou outra, volto ao meu refúgio de idéias, no qual considero-me completamente recluso. É a partir disso que julgo a solidão como mera opção daquele que a sofre. Eu poderia considerar-me o oposto ainda que tivesse apenas um bom amigo, mas não o faço. Por quê? Escolhi usar uma idéia de verdadeira companhia que jamais poderá ser recompensada em vida: não estarei sozinho quando estiver na constante presença vital de uma pessoa que já está morta. Foi uma escolha minha e de mais ninguém, e de uma forma ou de outra, não quero mudá-la, por mais que muitas vezes pense que simplesmente não consigo. Agora, olhe para si mesmo, por que está tão sozinho? Provavelmente falta alguém - na maioria dos casos - ou alguma coisa que não mais tem, ou que inclusive ainda não teve, coisa cuja escolha para preencher sua vida solitária foi exclusivamente sua - conscientemente ou não. Acho que é tudo uma farsa bem pregada pela mente de quem se utiliza. O que aconteceria se você possuísse este diferencial - no meu caso a pessoa - de volta? Você deixaria de ser sozinho? Ou somente de estar sozinho? Quem sabe mudaria o papel principal de sua solidão. É, não passam de nossas escolhas. Então se você - mesmo que minimamente - se considera menos feliz sendo assim, é hora de começar a mudar - e sim, sou daqueles que acreditam em mudanças. Por que não fazer de algo possível e desejável o protagonista de sua causa? Por que não modificar o enredo de sua obra? É só desejar ser feliz sozinho ou acompanhado - contanto que deseje esse teor abstrato. Resumindo, fazer de sua condição de vida uma constante da felicidade. Querendo ou não, é o que todos desejam: meios de ser feliz - negar seria ingenuidade. Mas é só uma idéia. Veja eu, continuo afogado dia sim, dia não, em um mar de solidão. Mas não sou infeliz por isso, não, não me considero assim. Por outro lado, sou incompleto. Como se parte de mim estivesse acorrentada àquilo. Ao limite de estar sozinho interiormente. E sendo incompleto, não posso ser completamente feliz, mas tratamos disso outra hora. Fugir no ato ainda é a ilusão mais apreciada do antigo século. Você se importa mesmo com o novo? Oh, pare de olhar para todas as pessoas solitárias, e olhe um pouco para si próprio - garanto que será interessante. Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 13:27 0 comentários  

quarta-feira, dezembro 17, 2008

"Eu sou o narrador, e isso é apenas o prólogo"

Bom, agora que já lhes contei sobre nomes, acho que seria indecoroso de minha parte não me apresentar. No suceder de minha lacônica vida obtive três chamamentos. Cada qual com sua devida importância. Meus amigos gostam do Stephen. Minhas amantes do William. Já meus fãs, bom, eles ficam com o Tristan. Eu poderia contar-lhes detalhes de cada um deles. Uma breve ponderação sobre seus significados e personalidades. Mas seria um gasto de tempo inapropriado. São histórias muito longas, vezes enfadonhas, e estou com uma momentânea dor de cabeça que me impede de continuar. Mas, preciso dizer-lhes uma coisa importante. Stephen Casttle é o mais constante, e talvez o mais influente. Adotem-no se quiserem. É o meu eu ilusionista, mentalista, artista, exibicionista, apelativo, e desprovido de objetividade. Uma mistura heterogênea de pensamentos e pessoalidades. Fuga de mim mesmo. Quanto a isso uma única reflexão. ''Certo dia eu percebi que estava morto. Embora sangue corresse por minhas veias, energia alguma fluía em minha alma. Eu havia perdido tudo. Exceto uma promessa. De um novo nome, um novo ser, uma nova vida. Como uma fênix, tirando a parte das cinzas.'' Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 23:56 0 comentários  

- Breve reflexão desnecessária sobre nomes.

Eu acredito em duas coisas quanto ao nome. Um: ele pode mudar uma pessoa. Dois: ele não define o que uma pessoa pode ser. Mas, voltemos a um prelúdio onde o inopinado é a síntese da expectação com o fato realizado. ‘‘Se algo pode mudá-lo, poderá também defini-lo’’, não é bem essa a reflexão que quero passar. Digo que um nome pode torná-lo mais idôneo a alcançar delimitadas coisas, ou menos capaz de atrair determinados indivíduos, porém, esse mesmo nome não surtirá efeito imprescindível ao mudar quem você acredita ser. Eu, por exemplo, sei como é a experiência de assumir diferentes nomenclaturas, e sei a influência que isso pode causar. Afinal, um simples substantivo próprio não é apenas uma palavra qualquer, é em poucas letras aquilo que verbalmente você representa ao mundo. E de certa forma, não apenas para o exterior. Adotar um novo chamamento pode mudar uma vida, mudou a minha, mais de uma vez. Resumidamente, acho que a palavra, assim como o pensamento em si, tem poder, e que um nome pode tornar de você aquilo o que desejar, se a mesma expectativa for depositada nele. Quero com isso comunicar que a diferença das causas está nos mínimos detalhes, e que se você pretende trabalhar com mudanças, comece com o nome, ele quer dizer mais de um indivíduo do que muitos se importariam em saber. Por William Scott.

Postado por ' Stephen Casttle às 23:19 0 comentários  

Postagens mais recentes Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

Blog Design by Gisele Jaquenod

Work under CC License

Creative Commons License