- Breve reflexão desnecessária sobre nomes.Eu acredito em duas coisas quanto ao nome. Um: ele pode mudar uma pessoa. Dois: ele não define o que uma pessoa pode ser. Mas, voltemos a um prelúdio onde o inopinado é a síntese da expectação com o fato realizado. ‘‘Se algo pode mudá-lo, poderá também defini-lo’’, não é bem essa a reflexão que quero passar. Digo que um nome pode torná-lo mais idôneo a alcançar delimitadas coisas, ou menos capaz de atrair determinados indivíduos, porém, esse mesmo nome não surtirá efeito imprescindível ao mudar quem você acredita ser. Eu, por exemplo, sei como é a experiência de assumir diferentes nomenclaturas, e sei a influência que isso pode causar. Afinal, um simples substantivo próprio não é apenas uma palavra qualquer, é em poucas letras aquilo que verbalmente você representa ao mundo. E de certa forma, não apenas para o exterior. Adotar um novo chamamento pode mudar uma vida, mudou a minha, mais de uma vez. Resumidamente, acho que a palavra, assim como o pensamento em si, tem poder, e que um nome pode tornar de você aquilo o que desejar, se a mesma expectativa for depositada nele. Quero com isso comunicar que a diferença das causas está nos mínimos detalhes, e que se você pretende trabalhar com mudanças, comece com o nome, ele quer dizer mais de um indivíduo do que muitos se importariam em saber. Por William Scott.

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